Porque os escandinavos são as pessoas mais felizes do mundo

Os escandinavos são as pessoas mais felizes do mundo
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Em todo tipo de pesquisa sobre o nível de felicidade nos diferentes países do mundo, Dinamarca, Noruega e Suécia sempre aparecem nos primeiros lugares. Claro que nesses países o nível de vida é muito bom, quase não existe desigualdade e os serviços públicos funcionam de maneira eficiente. Mas a felicidade não se trata apenas disso. Eles seguem algumas regrinhas para manter o nível de felicidade lá em cima.
O Incrível.club decidiu pesquisar um pouco sobre isso. Confira o que encontramos.
1. Humildade e respeito pelo próximo

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Nos países escandinavos existe uma espécie de regra não-oficial chamada Lei de Jante, que não permite o individualismo:
Não pense que você é especial.
Não pense que você é melhor.
Não pense que você é mais inteligente.
Não pense que você conhece mais.
Não pense que você é mais importante.
Não pense que você sabe fazer tudo.
Não tire sarro dos outros.
Não pense que os outros se preocupam por você.
Não pense que você sempre pode ensinar os outros.
Ainda que os escandinavos nem sempre sigam estas regras ao pé da letra, elas realmente ajudam a criar uma sociedade incrivelmente unida. Ser uma pessoa humilde e respeitar os outros é sempre fundamental.
Além disso, essa lei vai contra a arrogância e a ostentação. As pessoas não são orgulhosas e não ficam falando sobre a própria riqueza.
2. Equilíbrio entre família e trabalho

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Os escandinavos sabem muito bem a importância de dedicar tempo à família. Muitas empresas na Dinamarca fecham às 5h da tarde e ninguém faz hora extra. Além disso, é raro trabalhar aos finais de semana. Na Suécia, há pouco tempo foi implementada a jornada de seis horas. Desta maneira, a eficiência não diminui e os funcionários têm tempo para ficar com seus familiares. Os escandinavos aproveitam o tempo livre para viajar, praticar esporte e ir ao campo. E olha que eles não têm o melhor clima do mundo.

3. O calor do lar

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Os dinamarqueses têm uma palavra incrível que significa, em tradução livre, a comodidade do lar e o acolhimento da comunicação com familiares e amigos: ’hygge’. Trata-se de reuniões em casa em frente a uma lareira, com velas, comida boa, bebida e muita conversa. As pessoas estão livres para viver o ’hygge’, e isso gera união e amor entre elas. Além disso, esta palavra está na lista das palavras mais populares de 2016, segundo o Dicionário de Oxford. É uma palavra que carrega uma linda filosofia de vida.
4. Expectativas realistas

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Em seu livro ’Feliz como um dinamarquês’, Malene Rydahl compartilha a receita da felicidade de seu povo. Um dos segredos mais importantes para ela é saber criar expectativas realistas, o que não significa deixar de sonhar, ou não ser ambicioso. Pense na quantidade de vezes que você se frustrou porque exigiu demais de você. Além disso, quanto menos expectativa temos das outras pessoas, maiores e melhores são as surpresas.
Se comparar a outras pessoas não é o melhor caminho para a felicidade. Na era da tecnologia, da informação e das redes sociais, pode parecer que, muitas vezes, não fazemos nada, ou que poderíamos ter a vida daquela determinada pessoa que está sempre postando viagens e dando check ins em restaurantes maravilhosos no Instagram e no Facebook. Muitas vezes, vale a pena parar de olhar para os outros e agradecer pelo que temos e pelo que somos. Os escandinavos acreditam que é sempre melhor não se sentir melhor que ninguém e não ficar se comparando o tempo todo com os outros.

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Tradução e adaptação Incrível.club
Produzido com base em material de bloomberg.com, en.wikipedia.org

 

Meditar, respirar consciente

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Meditar, respirar consciente

Não mova montanhas por alguém que não moveria uma pedra por você

Não mova montanhas por alguém que não moveria uma pedra por você

Já ouvimos tanto aquela famosa frase que diz que temos que dar sem esperar nada em troca que acreditamos nela sem pestanejar, sem pensar duas vezes. Pergunto a você no entanto: não acha que nas suas relações afetivas você merece receber pelo menos uma parte pequena do que dá? O que estamos dizendo não é que deveríamos esperar algo em troca o tempo inteiro, mas que não devemos mover montanhas sempre por alguém que não moveria nem uma pequena pedra por nós em nenhum momento.

Merecemos reciprocidade, merecemos um equilíbrio entre o ato de dar e o ato de receber nas relações com os outros. Nem sempre temos que ocupar o mesmo lugar, o lugar daquele que tudo dá, essa posição deve ser alternada: se hoje você desvia seu caminho por uma amiga, o normal é que em alguma outra situação sua amiga faça o mesmo por você.
Por amizade, por carinho ou simplesmente porque as relações saudáveis assim o são, precisamos em nossa vida de pessoas que de coração façam o possível para nos manter na vida delas: por vezes não é necessário que montanhas sejam movidas por alguém, é suficiente que tenham consideração conosco e com o que fazem conosco.

O amor verdadeiro não é incondicional

Walter Riso é um escritor que, em seus livros, aborda em parte essa questão, e trata de ensinar que o amor não precisa ser incondicional para ser verdadeiro e que isso é, às vezes, uma ideia errada que podemos ter por uma série de motivos. De fato, todos nós já nos incomodamos em algum momento com a passividade dos outros em relação a nós quando, por outro lado, nós somos muito ativos e presentes.

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Por essa razão qualquer relação em que exista um vínculo emocional estabelecido precisa de uma regulação de interesses e de apego que venha de ambas as partes, posto que assim se evita que alguma das partes caia na dependência emocional.

Em outra palavras, é ruim sentir que outra pessoa não move e não moveria um dedo por nós e mesmo assim nós nos damos a ela incondicionalmente: aqui há um desequilíbrio que provavelmente resultará em um rompimento. Quem está disposto a dar mais de si do que o outro dá por muito tempo? Estamos sempre preparados para dar a importância que recebemos de volta. Se movermos montanhas, céu e o ar sem condições essas ações podem se converter em um inimigo.

“Isso de que as relações amorosas não esperam nada em troca é uma invenção dos submissos: se você dá, você espera receber. Isso é o normal, a reciprocidade”
-Walter Riso-

Um efeito contraproducente

Temos a valentia de abrir e entregar o nosso coração às pessoas que amamos, fazendo com que fiquemos completamente expostos a não encontrarmos o mesmo de volta, mas é justamente isso que pode acontecer e assim acabamos perdendo o coração e toda nossa vontade na tentativa.

As experiências ensinaram a você que quando fazemos tudo pelos outros de modo cego os outros nos amam mais? Pelo contrário. Muitas vezes o efeito é totalmente oposto: desvie seu caminho por alguém, mesmo que por vontade própria, faça tudo, mova montanhas, passe as prioridade do outro na frente das prioridades da sua vida. Conseguirá o que do outro? Muitas vezes conseguirá apenas que se canse e se afaste.

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É um efeito contraproducente porque se você coloca todas suas energias numa relação, e assim coloca também todas as suas expectativas, não lhe sobra nada: essa relação não é verdadeira porque o interesse é algo que é muito notável, e se você não está notando o interesse vindo o outro, só de você, é porque não há interesse.

O poder da reciprocidade

Então chegamos à conclusão de que toda pessoa acaba se cansando de uma relação afetiva que não é recíproca, baseada em um comportamento desigual. A reciprocidade é fundamental porque se ela é sentida como uma falta, apenas uma pessoa está perdendo. Mas se é sentida como um presente, então os dois estão ganhando.

No momento em que não há equilíbrio entre os atos de dar e de receber, sobretudo emocionalmente, ocorre uma deficiência que pode acabar com os laços que unem várias pessoas. O poder da reciprocidade reside em querer e se sentir querido fazendo com que os laços se mantenham.

“O que eu gosto da ajuda recíproca e desinteressada entre duas pessoas é a incerteza de não saber quem teve a sorte de conhecer quem.”
-Anônimo-

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Um mero sorriso, um gesto de agradecimento, um simples abraço. Já são sinais de querer criar ou fortalecer um vínculo, porque se você demonstra o tempo todo, não pode esperar menos que isso. Faça coisas pelos outros, mas nunca deixe de lado o que você recebe: mover montanhas não faz sentido se ninguém quer ajudá-lo a fazer isso.

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva

“Ah é, então você foi lá e decidiu aquilo que é bom para você, só para você?” Quando eu pensei em abrir a boca e dizer “sim, isso mesmo”, senti a maldita culpa que me acompanha feito uma pessoa de energia ruim buzinando na minha orelha o tempo todo sobre como eu estou errada nas minhas decisões. Mas do outro lado segue comigo também uma amiga que nunca solta a minha mão, não importa o que aconteça. Quando fraquejo ela toma conta do meu corpo e assim, cheia de coragem eu sucintamente soltei: “Sim, isso mesmo”.

Meu coração batia acelerado ouvindo minhas próprias palavras que foram tachadas de egoísmo. Classificada de louca, egoísta, completamente pirada e desalinhada, perdida, precisando de ajuda, de orientação, talvez terapia ou ir para a Igreja, talvez algum medicamento que contenha esse meu comportamento questionável de decidir viver a própria vida, optando por aquilo que é bom para mim, apertei a mão da coragem e fiquei firme ali.

A gente precisa de coragem para viver

E por viver não pense que estou falando de fazer uma tatuagem, viajar para um destino improvável, escolher o curso da faculdade (ou largar), escolher o parceiro (ou o deixar). Viver, diz o dicionário, representa existir, respirar, se sentir vivo.

Repita comigo: existir, respirar, se sentir vivo. Existir, respirar, se sentir vivo. Existir, respirar, se sentir vivo! Isso é que é viver. Simples, mas carregado de uma pesada complexidade que agregamos a esse verbo tão simples.

O que te faz existir, respirar, se sentir vivo? Não importa o que seja, isso é que é viver.

Viver de verdade

Você pode decidir passar o resto dos seus dias vendendo artesanato na calçada da praça da igreja, pode decidir ser um médico renomado, um cientista mundialmente conhecido, um alguém no meio da multidão. Pode querer ter seis filhos, um só, ou nenhum e sair viajando pelo mundo. Você pode ser o que quiser ser para se sentir vivo, respirar e existir para você mesmo.

“Eu te entendo, mas espera mais um pouquinho”, “sei como é, mas antes faz isso e aquilo”, “você diz isso hoje, mas amanhã vai mudar de ideia”, “pensa nos seus filhos”, “pensa nos seus pais”, “você vai ter coragem?”, “preserva sua imagem”, “as pessoas vão falar”, “isso não tem nada a ver com você”, “estou te falando porque eu te amo”, “isso não tem futuro”.

Poxa… eu poderia fazer uma lista quase infinita do que as pessoas nos dizem para nos ensinar a viver. E são pessoas que nos amam, sabe? A maioria delas. Outras são as que têm inveja ou que vivem mediocremente presas à sua zona de conforto. Mas em geral quem “se intromete” na sua vida já anunciando que não quer se meter, vem cheio de reais boas intenções. Ignora que a “loucura” é subsequente a uma longa espera pela decisão em viver.

Coragem. Se você quer viver, mesmo, vai precisar de coragem. Dioturnamente!

O filho que nunca deu trabalho, que foi um exemplo, estudioso, caseiro, provavelmente foi aquele filho que fez o que os pais esperavam dele. Porque os pais, conscientemente ou não, inculcaram no filho regras de conduta para que ele fosse uma boa pessoa (de acordo com os padrões dos pais, que vieram dos pais dos pais deles). E eu não estou recriminando, de forma nenhuma, só constatando que os filhos que fizeram história (na sua maioria) foram rebeldes. Saíram de casa, revolucionaram a garagem, disseram não, bateram a porta do quarto e tomaram um porre.

Quem vive é louco, revoltado, desajustado. Vive quem ousa viver. A maioria de nós apenas existe, mas a vida em sua plenitude é experimentada por poucos.

Talvez lendo isso nesse momento esteja pensando “não é bem assim”, “e quando você envelhecer” e toda essa coisa que a gente pensa e coloca como desculpa para não viver. Porque temos que pensar nos outros, porque seremos julgados, porque mais tarde vamos nos arrepender, e são tão tantos porquês e ses que vamos simplesmente deixando de viver e apenas existindo, ocupando um lugar no espaço.

Você receia estar em uma religião ou filosofia de vida que te faz bem, desiste de um relacionamento porque a pessoa não está nos padrões do que esperam para você, cursa aquela faculdade que “todo mundo” fala que é a sua cara, não toma atitudes egoístas porque se importa com os demais e… Isso não é um crime. Mas não viver é o quê? Desperdício de oportunidade.

Viver feliz e em plenitude

As pessoas opinam sobre a nossa vida e, mais tarde, deixamos de ser um assunto interessante, viramos passado. Nossa vida também terá passado… As pessoas nos julgam e nos condenam, nem sempre porque são más, mas porque nos indicam caminhos que são bons para elas, de acordo com o que fariam na vida delas, com o histórico de vida, bagagem, experiências e educação que elas receberam e que funcionam muito bem para a vida delas. Mas o que é que funciona para a sua vida? O que te faz existir, respirar, se sentir vivo? Não importa o que seja, isso é que é viver.

Não existe uma maneira de estarmos livres de julgamento. Não existe maneira de não decepcionarmos algumas pessoas, ou de agradarmos a todas. Não existe maneira de fazermos todas as pessoas ao nosso redor felizes. Mesmo aquelas pessoas boas e iluminadas, que enchem de luz o caminho por onde passam, são alvos de conversas secretas onde o interlocutor vai dizer como faria isso ou aquilo se fosse ela.

Existir, respirar, se sentir vivo. Por que temos tanta dificuldade em permitir que as pessoas que amamos existam, respirem e se sintam vivas fazendo aquilo que as preencha de fato? No fundo esperamos que as pessoas sejam como é bom para nós. Talvez seja essa a causa dos conflitos nos relacionamentos, em todos os relacionamentos.

Nos magoamos e nos decepcionamos porque não vemos na personalidade, nas características físicas, no caráter e no comportamento da outra pessoa aquilo que PARA NÓS, seria o ideal.

O estilo de roupa, o corte e cor de cabelo, a forma de falar, de andar, de comer… Tudo o que esperamos, cobramos e julgamos nas outras pessoas, diz respeito ao modo como nós encaramos a vida. Criticar o outro é desrespeito com a vida e com o próximo.

Em contrapartida, quem decide viver, a despeito da opinião alheia, precisa, por fim, de coragem. Agarrar a mão dessa senhora ousada (acho até que a coragem é uma velhinha de piercing, tatuagem, cabelo branco e que faz idiotices pela rua, fica de porre, ri alto) e seguir seu caminho. Enfrentar as críticas, julgamentos, erguer a cabeça e dizer “que se dane”, ou se preferir, “foda-se”, e viver. Existir. Respirar. Se sentir vivo.

Dizem que sou arretada, porreta, corajosa, doida, sem juízo, sonhadora, egoísta, enrolada, que não penso, que penso demais, madura, infantil, perdida, sensata, responsável, irresponsável, causo orgulho e decepção, inspiro e provoco asco, sou burra e inteligente. Sou exemplo do que fazer e do que não fazer. E não é que sou mesmo?

Não é que não me importe a opinião alheia, ou de repente causar algum tipo de sentimento ruim em alguém que eu ame. Me importa tanto que estou nessa altura da vida, pela primeira vez, procurando no dicionário a definição de VIVER.

Desconfio que até outro dia eu apenas existi, para viver aquilo que esse ou aquele esperavam de mim. Não quero mais viver em um respirador, conduzida em uma cadeira de rodas pelos caminhos que definirem terem a melhor paisagem para mim. E não quero fazer isso por ninguém. Nem quero ser paisagem.

De tudo o que dizem que sou, e que sou mesmo, porque o que eu sou vai depender da ótica de quem está olhando, eu digo que sou um ser vivo. E vou existir e respirar para me se sentir assim. Sem respirador ou cadeira de rodas.

De tudo o que você espera de mim, espero que sua maior expectativa seja pela minha felicidade. Que você me olhe sem julgamentos e conselhos do que seria bom para a sua vida, sua maneira de enxergar e construir o seu futuro, no qual só você poderá habitar e se pergunte (não a mim) se eu estou feliz. Que seja essa sua única preocupação.

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva. Se perguntarem por mim, diga que estou vivendo e deixei de apenas existir. Não sei se volto para o jantar.

Luciana Marques

Leonina de coração eternamente apaixonado, mãe de dois filhos (lindos), esboço as palavras movidas pela dor e pelo amor. Quando as palavras me sobram… escrevo.

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Mantra da Gratidão, vivendo em abundância…

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#EUSOU #EUSOU #EUSOU

“Obrigado à vida que me inspira, me renova e me dá chances de evoluir diariamente. Obrigado ao lugar onde estou aqui e agora, pois esse lugar precisa de mim e eu dele. Obrigado a todos os órgãos do meu corpo que funcionam em plena harmonia e perfeição. Obrigado a casa onde moro que me serve de refúgio e descanso. Obrigado às oportunidades de trabalho, conquistas, sucesso e evolução que se abrem diante de mim diariamente. Obrigado a cada dívida paga porque dessa forma honro meu nome, honro meus compromissos e meu dinheiro se multiplica. Obrigado a tudo aquilo que eu compro, adquiro pois é fruto do meu trabalho. Obrigado a todas as pessoas que cruzam meu caminho. Obrigado às pessoas que me fizeram mal porque assim desenvolvi força e coragem para seguir sempre adiante. Obrigado às pessoas que me fizeram bem porque assim me senti muito amada e abençoada. Obrigado a todas as oportunidades de sucesso financeiro e pessoal que recebo, identifico e aceito. Obrigado a mim mesma que encontro a gratidão em todas as pessoas, coisas e fatos. Obrigado ao Universo inteiro que conspira a favor de cada pensamento meu, por isso escolho com cuidado tudo aquilo que penso, falo ou desejo. Obrigado ao Deus maravilhoso que existe dentro de mim, sou parte de sua divindade e por isso espalho luz, amor e paz onde quer que eu esteja. Obrigado. Obrigado. Obrigado.”

🙏🙏🙏

(Ao autor não identificado, nosso OBRIGADO)

O QUE É COACHING HOLÍSTICO?

Coaching Holístico é um processo de desenvolvimento que permite a evolução integral do ser humano…
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Coaching Holístico é uma abordagem voltada ao entendimento integral de todas as dimensões do ser humano. Holístico é uma palavra que deriva do termo grego, holos, que por sua vez representa “inteiro” ou “todo”. Atualmente, onde o mundo parece que exige que nos dividamos em mil pessoas o tempo inteiro, esta abordagem propõe exatamente o contrário – a cura por inteiro, não mais em partes.

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O que é Método Grabovoi? Como se beneficiar?

Fórmula da FELICIDADE

O que é o Método Grabovoi?

O que são estes números de Grabovoi?
Grigori Grabovoi escreveu diversos livros em vários idiomas, difundindo seu método e seu pensamento. A ideia principal é que todas as pessoas no mundo sejam beneficiadas pelo bem e que o planeta Terra seja um lindo lugar para vivermos. Ele chama de “Salvação Global e Desenvolvimento Harmônico”, com o conceito de “o que desejo para mim, desejo para todos”.
Uma das formas mais diretas de entrar em contato com seu método é através das milhares de concentrações numéricas, que ele, através de sua mediunidade, nos forneceu. São sequências com 1, 7, 16, até 25 algarismos numéricos (alguns com letras), com ou sem espaços entre si, cuja função é determinada individualmente. Desde questões de saúde até questões profissionais, da natureza (fauna e flora) e alimentos e tantas outras nos foram fornecidas! Aqui você vai ver muitas delas, vou postar aos poucos – são muitas, como disse. Mas Grabovoi diz que quanto mais algarismos numa sequência, mais específica é a função dela.
Ele explica que o significado vibratório de cada número está relacionado a um estado espiritual ou um processo:
1 = princípio / início
2 = ação
3 = resultado / meta / cruzamento da lógica do Criador com a lógica humana
4 = correlação com o mundo externo / comunicação / contato sociais / realidade
5 = correlação com o mundo interno / amor próprio / nível celular / consciência do valor próprio
6 = sistema informativo óptico / princípios / bases / valores
7 = plataforma para os aspectos do desenvolvimento da alma / amor
8 – estruturação espaço-temporal / saída para o infinito
9 = conexão com o Criador / número do Criador que contém todos os elementos anteriores
0 = passagem / período transitório / denominação de um espaço específico no qual a qualidade de um número muda (área/espaço zero)
Sendo assim, a maneira como uma sequência numérica deve ser lida seria, por exemplo: a sequência para SOBREPESO (Obesidade) 4812412:
4 = correlação com o mundo externo que causa uma nova qualidade de tempo
8 = o tempo do infinito transforma a realidade
1 = aquilo que foi transformado será um novo início
2 = partindo do início será gerada uma nova ação
4 = é gerada uma nova correlação com o mundo externo
1 = novo início por causa de novos relacionamentos com o mundo externo
2 = a partir desse estado novo seguem outras atividades
Resultado: O corpo começa a agir de forma diferente, e se transforma no sentido da volta para a Norma*, assim o sobrepeso desaparece, aos poucos. Mas não se preocupe em decorar isso. Esta informação é para você entender melhor o conceito do uso dos números: há uma certa lógica, entende?
Leia o ano em que estamos vivendo. Algarismo por algarismo. Faz sentido, não? Ou leia o ano que você nasceu. O dia, o mês. Apenas desconsidere o zero nos dias de 1 a 9 e nos meses de 1 a 9. Caso tenha nascido em abril, como eu, por exemplo, abril seria lido como 4, não como 04. Mas no ano você tem que ler. Nos dias e meses desconsidere os zeros antes dos outros algarismos, como 01, 09. Meses: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10; dias: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,9, 10, 20, 30; já nos anos, mesmo 2001, valem estes zeros.
*Norma: você verá esta palavra muitas, muitas vezes relacionadas ao trabalho de Grabovoi. NORMA é a perfeição divina, como Deus nos concebeu. Quando falamos na Norma falamos no estado em que tudo era perfeito, antes do desequilíbrio (doença, desajuste).
Como fazer, ou o que fazer com estes números?
Olhe para uma sequência numérica de Grabovoi escolhida. Concentre-se nela. Grigori Grabovoi diz que cada sequência funciona como uma referência geográfica dentro do nosso cérebro, como um GPS. Ao olharmos para uma sequência, nossos olhos captam esta informação que chega instantaneamente no cérebro, que localiza e encaixa a informação – NORMA. Se forem várias sequências, concentre-se em uma de cada vez.
Você pode também escrever (de próprio punho) em uma folha de papel, algumas vezes.
Use sua criatividade. Na realidade não é bom tornar este processo uma coisa mecânica. Ao utilizar uma das formas aqui apresentadas, mesmo que goste mais de uma do que de outras, mude. Ao fazer mecanicamente, você para de mandar a informação ao cérebro. Vira apenas um “ritual” vazio.
Você pode recitar os números ou cantar a sequência, mas um algarismo de cada vez. Por exemplo: 71931 não pode ser lido setenta e um, novecentos e trinta e um. O correto é sete, um, nove, três, um. Eu uso muito esta sequência. Ela ajuda a afastar tudo o que é negativo, desde uma energia ruim até um envenenamento!
Algumas sequências tem espaços entre algarismos, como por exemplo da
VELHICE: 519 317 849 317
que lemos cinco, um, nove…… três, um, sete…… oito, quatro, nove…… três, um, sete (as reticências ou espaços são o tempo de um algarismo não dito ou de uma breve respiração). Ah, o número 6 lemos seis, não meia dúzia ou meia.
Bem, imagine a sequência numérica saindo de um raio de luz e brilhando…
Imagine os números na sua cor predileta ou na cor que vier à sua mente. Sinta qual cor é ideal. Não se prenda a conceitos tipo branco é isso, lilás é aquilo. Esqueça estes conceitos.
Imagine a sequência numérica tocando sua cabeça como uma chuva energizante! Se quiser imaginar uma luz branco-prateada, é muito bom.
Lembra daquele comercial de tevê onde os números eram pessoas fantasiadas? Também é bom… Ou imagine os números maiores que você, e você dança com eles, ou passa por entre eles, ou ri alegremente com eles, numa brincadeira de roda…
Jogue na busca de imagens do Google “números animados”, você vai ver muitas ideias!
Olhe para o céu e escreva a sequência com o dedo, como se estivesse escrevendo sobre uma nuvem… Quando você se concentra numa parte distante da consciência, o resultado é mais rápido. Por exemplo, nuvens, lua, sol, outros planetas, no infinito… Mas faça como quiser.
Escreva em um pedaço de papel e coloque embaixo de um copo com água por alguns minutos, imaginando que quando você tomar essa água estará tomando a sequência. Escreva numa fita crepe e cole numa garrafa d’água que só você beba. Ao acabar a água, basta encher novamente. Isso funciona maravilhosamente para questões de saúde. Escrever num papel e colocar embaixo do prato ao comer. Colocar embaixo do colchão. Na cabeceira da cama. Espalhar por onde você vive! Escrito num Post-It colado no computador.
Escrever num Micropore ou esparadrapo e colar no corpo. Você pode tomar banho que ele não sai, só sai se esfregar. Dura vários dias colado no corpo. Escreva com caneta esferográfica azul ou preta, dura mais tempo (a vermelha desbota muito rápido).