Porque os escandinavos s√£o as pessoas mais felizes do mundo

Os escandinavos s√£o as pessoas mais felizes do mundo
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Em todo tipo de pesquisa sobre o n√≠vel de felicidade nos diferentes pa√≠ses do mundo, Dinamarca, Noruega e Su√©cia sempre aparecem nos primeiros lugares. Claro que nesses pa√≠ses o n√≠vel de vida √© muito bom, quase n√£o existe desigualdade e os servi√ßos p√ļblicos funcionam de maneira eficiente. Mas a felicidade n√£o se trata apenas disso. Eles seguem algumas regrinhas para manter o n√≠vel de felicidade l√° em cima.
O Incrível.club decidiu pesquisar um pouco sobre isso. Confira o que encontramos.
1. Humildade e respeito pelo próximo

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Nos países escandinavos existe uma espécie de regra não-oficial chamada Lei de Jante, que não permite o individualismo:
Não pense que você é especial.
Não pense que você é melhor.
Não pense que você é mais inteligente.
Não pense que você conhece mais.
Não pense que você é mais importante.
Não pense que você sabe fazer tudo.
N√£o tire sarro dos outros.
Não pense que os outros se preocupam por você.
Não pense que você sempre pode ensinar os outros.
Ainda que os escandinavos nem sempre sigam estas regras ao pé da letra, elas realmente ajudam a criar uma sociedade incrivelmente unida. Ser uma pessoa humilde e respeitar os outros é sempre fundamental.
Al√©m disso, essa lei vai contra a arrog√Ęncia e a ostenta√ß√£o. As pessoas n√£o s√£o orgulhosas e n√£o ficam falando sobre a pr√≥pria riqueza.
2. Equilíbrio entre família e trabalho

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Os escandinavos sabem muito bem a import√Ęncia de dedicar tempo √† fam√≠lia. Muitas empresas na Dinamarca fecham √†s 5h da tarde e ningu√©m faz hora extra. Al√©m disso, √© raro trabalhar aos finais de semana. Na Su√©cia, h√° pouco tempo foi implementada a jornada de seis horas. Desta maneira, a efici√™ncia n√£o diminui e os funcion√°rios t√™m tempo para ficar com seus familiares. Os escandinavos aproveitam o tempo livre para viajar, praticar esporte e ir ao campo. E olha que eles n√£o t√™m o melhor clima do mundo.

3. O calor do lar

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Os dinamarqueses t√™m uma palavra incr√≠vel que significa, em tradu√ß√£o livre, a comodidade do lar e o acolhimento da comunica√ß√£o com familiares e amigos: ‚Äôhygge‚Äô. Trata-se de reuni√Ķes em casa em frente a uma lareira, com velas, comida boa, bebida e muita conversa. As pessoas est√£o livres para viver o ‚Äôhygge‚Äô, e isso gera uni√£o e amor entre elas. Al√©m disso, esta palavra est√° na lista das palavras mais populares de 2016, segundo o Dicion√°rio de Oxford. √Č uma palavra que carrega uma linda filosofia de vida.
4. Expectativas realistas

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Em seu livro ’Feliz como um dinamarquês’, Malene Rydahl compartilha a receita da felicidade de seu povo. Um dos segredos mais importantes para ela é saber criar expectativas realistas, o que não significa deixar de sonhar, ou não ser ambicioso. Pense na quantidade de vezes que você se frustrou porque exigiu demais de você. Além disso, quanto menos expectativa temos das outras pessoas, maiores e melhores são as surpresas.
Se comparar a outras pessoas não é o melhor caminho para a felicidade. Na era da tecnologia, da informação e das redes sociais, pode parecer que, muitas vezes, não fazemos nada, ou que poderíamos ter a vida daquela determinada pessoa que está sempre postando viagens e dando check ins em restaurantes maravilhosos no Instagram e no Facebook. Muitas vezes, vale a pena parar de olhar para os outros e agradecer pelo que temos e pelo que somos. Os escandinavos acreditam que é sempre melhor não se sentir melhor que ninguém e não ficar se comparando o tempo todo com os outros.

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Tradução e adaptação Incrível.club
Produzido com base em material de bloomberg.com, en.wikipedia.org

 

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N√£o mova montanhas por algu√©m que n√£o moveria uma pedra por voc√™

Não mova montanhas por alguém que não moveria uma pedra por você

J√° ouvimos tanto aquela famosa frase que diz que temos que dar sem esperar nada em¬†troca¬†que acreditamos nela sem pestanejar, sem pensar duas vezes. Pergunto a voc√™ no entanto:¬†n√£o acha que nas suas rela√ß√Ķes afetivas voc√™ merece receber pelo menos uma parte pequena do que d√°?¬†O que estamos dizendo n√£o √© que dever√≠amos esperar algo em troca o tempo inteiro, mas que n√£o devemos mover montanhas sempre por algu√©m que n√£o moveria nem uma pequena pedra por n√≥s em nenhum momento.

Merecemos reciprocidade, merecemos um equil√≠brio entre o ato de dar e o ato de receber nas rela√ß√Ķes com os outros.¬†Nem sempre temos que ocupar o mesmo lugar, o lugar daquele que tudo d√°, essa posi√ß√£o deve ser alternada: se hoje voc√™ desvia seu caminho por uma amiga, o normal √© que em alguma outra situa√ß√£o sua amiga fa√ßa o mesmo por voc√™.
Por amizade, por carinho ou simplesmente porque as rela√ß√Ķes saud√°veis assim o s√£o, precisamos em nossa vida de pessoas que de cora√ß√£o fa√ßam o poss√≠vel para nos manter na vida delas: por vezes¬†n√£o √© necess√°rio que montanhas sejam movidas por algu√©m, √© suficiente que tenham considera√ß√£o conosco e com o que fazem conosco.

O amor verdadeiro não é incondicional

Walter Riso é um escritor que, em seus livros, aborda em parte essa questão, e trata de ensinar que o amor não precisa ser incondicional para ser verdadeiro e que isso é, às vezes, uma ideia errada que podemos ter por uma série de motivos. De fato, todos nós já nos incomodamos em algum momento com a passividade dos outros em relação a nós quando, por outro lado, nós somos muito ativos e presentes.

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Por essa razão qualquer relação em que exista um vínculo emocional estabelecido precisa de uma regulação de interesses e de apego que venha de ambas as partes, posto que assim se evita que alguma das partes caia na dependência emocional.

Em outra palavras, √© ruim sentir que outra pessoa n√£o move e n√£o moveria um dedo por n√≥s e mesmo assim n√≥s nos damos a ela incondicionalmente: aqui h√° um desequil√≠brio que provavelmente resultar√° em um rompimento. Quem est√° disposto a dar mais de si do que o outro d√° por muito tempo? Estamos sempre preparados para dar a import√Ęncia que recebemos de volta. Se movermos montanhas, c√©u e o ar sem condi√ß√Ķes essas a√ß√Ķes podem se converter em um inimigo.

‚ÄúIsso de que as rela√ß√Ķes amorosas n√£o esperam nada em troca √© uma inven√ß√£o dos submissos: se voc√™ d√°, voc√™ espera receber. Isso √© o normal, a reciprocidade‚ÄĚ
-Walter Riso-

Um efeito contraproducente

Temos a valentia de abrir e entregar o nosso coração às pessoas que amamos, fazendo com que fiquemos completamente expostos a não encontrarmos o mesmo de volta, mas é justamente isso que pode acontecer e assim acabamos perdendo o coração e toda nossa vontade na tentativa.

As experiências ensinaram a você que quando fazemos tudo pelos outros de modo cego os outros nos amam mais? Pelo contrário. Muitas vezes o efeito é totalmente oposto: desvie seu caminho por alguém, mesmo que por vontade própria, faça tudo, mova montanhas, passe as prioridade do outro na frente das prioridades da sua vida. Conseguirá o que do outro? Muitas vezes conseguirá apenas que se canse e se afaste.

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√Č um efeito contraproducente porque se voc√™ coloca todas suas energias numa rela√ß√£o, e assim coloca tamb√©m todas as suas expectativas, n√£o lhe sobra nada:¬†essa rela√ß√£o n√£o √© verdadeira porque o interesse √© algo que √© muito not√°vel,¬†e se voc√™ n√£o est√° notando o interesse vindo o outro, s√≥ de voc√™, √© porque n√£o h√° interesse.

O poder da reciprocidade

Então chegamos à conclusão de que toda pessoa acaba se cansando de uma relação afetiva que não é recíproca, baseada em um comportamento desigual. A reciprocidade é fundamental porque se ela é sentida como uma falta, apenas uma pessoa está perdendo. Mas se é sentida como um presente, então os dois estão ganhando.

No momento em que não há equilíbrio entre os atos de dar e de receber, sobretudo emocionalmente, ocorre uma deficiência que pode acabar com os laços que unem várias pessoas. O poder da reciprocidade reside em querer e se sentir querido fazendo com que os laços se mantenham.

‚ÄúO que eu gosto da ajuda rec√≠proca e desinteressada entre duas pessoas √© a incerteza de n√£o saber quem teve a sorte de conhecer quem.‚ÄĚ
-An√īnimo-

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Um mero sorriso, um gesto de agradecimento, um simples abraço. Já são sinais de querer criar ou fortalecer um vínculo, porque se você demonstra o tempo todo, não pode esperar menos que isso. Faça coisas pelos outros, mas nunca deixe de lado o que você recebe: mover montanhas não faz sentido se ninguém quer ajudá-lo a fazer isso.

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva

‚ÄúAh √©, ent√£o voc√™ foi l√° e decidiu aquilo que √© bom para voc√™, s√≥ para voc√™?‚Ä̬†Quando eu pensei em abrir a boca e dizer¬†‚Äúsim, isso mesmo‚ÄĚ, senti a maldita culpa que me acompanha feito uma pessoa de energia ruim buzinando na minha orelha o tempo todo sobre como eu estou errada nas minhas decis√Ķes. Mas do outro lado segue comigo tamb√©m uma amiga que nunca solta a minha m√£o, n√£o importa o que aconte√ßa. Quando fraquejo ela toma conta do meu corpo e assim,¬†cheia de coragem eu sucintamente soltei:¬†‚ÄúSim, isso mesmo‚ÄĚ.

Meu coração batia acelerado ouvindo minhas próprias palavras que foram tachadas de egoísmo. Classificada de louca, egoísta, completamente pirada e desalinhada, perdida, precisando de ajuda, de orientação, talvez terapia ou ir para a Igreja, talvez algum medicamento que contenha esse meu comportamento questionável de decidir viver a própria vida, optando por aquilo que é bom para mim, apertei a mão da coragem e fiquei firme ali.

A gente precisa de coragem para viver

E por viver não pense que estou falando de fazer uma tatuagem, viajar para um destino improvável, escolher o curso da faculdade (ou largar), escolher o parceiro (ou o deixar). Viver, diz o dicionário, representa existir, respirar, se sentir vivo.

Repita comigo: existir, respirar, se sentir vivo. Existir, respirar, se sentir vivo. Existir, respirar, se sentir vivo! Isso é que é viver. Simples, mas carregado de uma pesada complexidade que agregamos a esse verbo tão simples.

O que te faz existir, respirar, se sentir vivo? Não importa o que seja, isso é que é viver.

Viver de verdade

Você pode decidir passar o resto dos seus dias vendendo artesanato na calçada da praça da igreja, pode decidir ser um médico renomado, um cientista mundialmente conhecido, um alguém no meio da multidão. Pode querer ter seis filhos, um só, ou nenhum e sair viajando pelo mundo. Você pode ser o que quiser ser para se sentir vivo, respirar e existir para você mesmo.

‚ÄúEu te entendo, mas espera mais um pouquinho‚ÄĚ, ‚Äúsei como √©, mas antes faz isso e aquilo‚ÄĚ, ‚Äúvoc√™ diz isso hoje, mas amanh√£ vai mudar de ideia‚ÄĚ, ‚Äúpensa nos seus filhos‚ÄĚ, ‚Äúpensa nos seus pais‚ÄĚ, ‚Äúvoc√™ vai ter coragem?‚ÄĚ, ‚Äúpreserva sua imagem‚ÄĚ, ‚Äúas pessoas v√£o falar‚ÄĚ, ‚Äúisso n√£o tem nada a ver com voc√™‚ÄĚ, ‚Äúestou te falando porque eu te amo‚ÄĚ, ‚Äúisso n√£o tem futuro‚ÄĚ.

Poxa‚Ķ¬†eu poderia fazer uma lista quase infinita do que as pessoas nos dizem para nos ensinar a viver.¬†E s√£o pessoas que nos amam, sabe? A maioria delas. Outras s√£o as que t√™m inveja ou que vivem mediocremente presas √† sua zona de conforto. Mas em geral quem ‚Äúse intromete‚ÄĚ na sua vida j√° anunciando que n√£o quer se meter, vem cheio de reais boas inten√ß√Ķes. Ignora que a ‚Äúloucura‚ÄĚ √© subsequente a uma longa espera pela decis√£o em viver.

Coragem. Se você quer viver, mesmo, vai precisar de coragem. Dioturnamente!

O filho que nunca deu trabalho, que foi um exemplo, estudioso, caseiro, provavelmente foi aquele filho que fez o que os pais esperavam dele. Porque os pais, conscientemente ou n√£o, inculcaram no filho regras de conduta para que ele fosse uma boa pessoa (de acordo com os padr√Ķes dos pais, que vieram dos pais dos pais deles). E eu n√£o estou recriminando, de forma nenhuma, s√≥ constatando que os filhos que fizeram hist√≥ria (na sua maioria) foram rebeldes. Sa√≠ram de casa, revolucionaram a garagem, disseram n√£o, bateram a porta do quarto e tomaram um porre.

Quem vive é louco, revoltado, desajustado. Vive quem ousa viver. A maioria de nós apenas existe, mas a vida em sua plenitude é experimentada por poucos.

Talvez lendo isso nesse momento esteja pensando ‚Äún√£o √© bem assim‚ÄĚ, ‚Äúe quando voc√™ envelhecer‚ÄĚ e toda essa coisa que a gente pensa e coloca como desculpa para n√£o viver. Porque temos que pensar nos outros, porque seremos¬†julgados, porque mais tarde vamos nos arrepender, e s√£o t√£o tantos porqu√™s e ses que vamos simplesmente deixando de viver e apenas existindo, ocupando um lugar no espa√ßo.

Voc√™ receia estar em uma religi√£o ou filosofia de vida que te faz bem, desiste de um relacionamento porque a pessoa n√£o est√° nos padr√Ķes do que esperam para voc√™, cursa aquela faculdade que ‚Äútodo mundo‚ÄĚ fala que √© a sua cara, n√£o toma atitudes ego√≠stas porque se importa com os demais e‚Ķ Isso n√£o √© um crime. Mas¬†n√£o viver √© o qu√™? Desperd√≠cio de oportunidade.

Viver feliz e em plenitude

As pessoas opinam sobre a nossa vida e, mais tarde, deixamos de ser um assunto interessante, viramos passado. Nossa vida também terá passado… As pessoas nos julgam e nos condenam, nem sempre porque são más, mas porque nos indicam caminhos que são bons para elas, de acordo com o que fariam na vida delas, com o histórico de vida, bagagem, experiências e educação que elas receberam e que funcionam muito bem para a vida delas. Mas o que é que funciona para a sua vida? O que te faz existir, respirar, se sentir vivo? Não importa o que seja, isso é que é viver.

Não existe uma maneira de estarmos livres de julgamento. Não existe maneira de não decepcionarmos algumas pessoas, ou de agradarmos a todas. Não existe maneira de fazermos todas as pessoas ao nosso redor felizes. Mesmo aquelas pessoas boas e iluminadas, que enchem de luz o caminho por onde passam, são alvos de conversas secretas onde o interlocutor vai dizer como faria isso ou aquilo se fosse ela.

Existir, respirar, se sentir vivo. Por que temos tanta dificuldade em permitir que as pessoas que amamos existam, respirem e se sintam vivas fazendo aquilo que as preencha de fato? No fundo esperamos que as pessoas sejam como é bom para nós. Talvez seja essa a causa dos conflitos nos relacionamentos, em todos os relacionamentos.

Nos magoamos e nos decepcionamos porque n√£o vemos na¬†personalidade, nas caracter√≠sticas f√≠sicas, no car√°ter e no comportamento da outra pessoa aquilo que PARA N√ďS, seria o ideal.

O estilo de roupa, o corte e cor de cabelo, a forma de falar, de andar, de comer… Tudo o que esperamos, cobramos e julgamos nas outras pessoas, diz respeito ao modo como nós encaramos a vida. Criticar o outro é desrespeito com a vida e com o próximo.

Em contrapartida, quem decide viver, a despeito da opini√£o alheia, precisa, por fim, de coragem. Agarrar a m√£o dessa senhora ousada (acho at√© que a coragem √© uma velhinha de piercing, tatuagem, cabelo branco e que faz idiotices pela rua, fica de porre, ri alto) e seguir seu caminho. Enfrentar as cr√≠ticas, julgamentos, erguer a cabe√ßa e dizer ‚Äúque se dane‚ÄĚ, ou se preferir, ‚Äúfoda-se‚ÄĚ, e viver. Existir. Respirar. Se sentir vivo.

Dizem que sou arretada, porreta, corajosa, doida, sem juízo, sonhadora, egoísta, enrolada, que não penso, que penso demais, madura, infantil, perdida, sensata, responsável, irresponsável, causo orgulho e decepção, inspiro e provoco asco, sou burra e inteligente. Sou exemplo do que fazer e do que não fazer. E não é que sou mesmo?

Não é que não me importe a opinião alheia, ou de repente causar algum tipo de sentimento ruim em alguém que eu ame. Me importa tanto que estou nessa altura da vida, pela primeira vez, procurando no dicionário a definição de VIVER.

Desconfio que até outro dia eu apenas existi, para viver aquilo que esse ou aquele esperavam de mim. Não quero mais viver em um respirador, conduzida em uma cadeira de rodas pelos caminhos que definirem terem a melhor paisagem para mim. E não quero fazer isso por ninguém. Nem quero ser paisagem.

De tudo o que dizem que sou, e que sou mesmo, porque o que eu sou vai depender da ótica de quem está olhando, eu digo que sou um ser vivo. E vou existir e respirar para me se sentir assim. Sem respirador ou cadeira de rodas.

De tudo o que voc√™ espera de mim,¬†espero que sua maior expectativa seja pela minha¬†felicidade.¬†Que voc√™ me olhe sem julgamentos e conselhos do que seria bom para a sua vida, sua maneira de enxergar e construir o seu futuro, no qual s√≥ voc√™ poder√° habitar e se pergunte (n√£o a mim) se eu estou feliz. Que seja essa sua √ļnica preocupa√ß√£o.

Estou indo por ali. Vou viver, respirar e me sentir viva. Se perguntarem por mim, diga que estou vivendo e deixei de apenas existir. N√£o sei se volto para o jantar.

Luciana Marques

Leonina de cora√ß√£o eternamente apaixonado, m√£e de dois filhos (lindos), esbo√ßo as palavras movidas pela dor e pelo amor. Quando as palavras me sobram… escrevo.

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FALAR, FALAR, FALAR

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Desde Ad√£o somos chamados a ‚Äúdar nome √†s coisas‚ÄĚ, e distinguir-se dos animais √© tamb√©m tomar posse dessa capacidade; se com as coisas eles s√≥ podem ‚Äútopar‚ÄĚ, n√≥s podemos apreend√™-las e sustent√°-las dentro de n√≥s. Deposit√°-las no fundo da mem√≥ria, sobre elas operar; com elas projetar, criar e interpretar a vida. Tudo isso porque n√£o precisamos de Martin Heidegger junto conosco para falar de suas ideias: para isso existem as palavras, que oferecem ilus√Ķes de presen√ßa intelig√≠veis. O autor de Ser e Tempo n√£o precisa estar comigo para que eu fale dele, ou para que das suas proposi√ß√Ķes eu retire minhas pr√≥prias conclus√Ķes.

As palavras, mesmo quando empregadas com maestria, n√£o se confundem com as realidades que respectivamente apontam. Dizer ‚Äúcasa‚ÄĚ n√£o √© coloc√°-la fisicamente √† frente do interlocutor. S√£o signos: imagens poss√≠veis a partir dos fen√īmenos percebidos pelo homem. O processo de amadurecimento pessoal passa necessariamente por esta cont√≠nua supera√ß√£o da pr√≥pria barb√°rie: cada um de n√≥s precisa aprender a dizer e adquirir, ao longo da vida, mais e mais formas de expressar as realidades vistas, sentidas, captadas intelectualmente, etc. Os grandes escritores, por exemplo, s√£o aqueles que se esmeram em superar alguns dos limites da linguagem, conquistando ‚Äúnovos continentes‚ÄĚ √† esp√©cie, que passa a fazer refer√™ncias √†s realidades que sa√≠ram do obscurantismo por obra dos ‚Äúprofissionais da palavra‚ÄĚ.

Levando tudo isso conta, o que dizer quando a linguagem ‚Äď do cotidiano, entre os amigos, nas postagens em redes sociais ‚Äď tamb√©m est√° imbu√≠da, al√©m dos limites estruturais que tem, de pedantismo, falsidade, vaidade, cumplicidade pueril? O que pode ser comunicado nesses casos? O que √© poss√≠vel dizer? Se j√° s√£o dram√°ticos os processos de captar, dar nome e expressar qualquer objeto (por mais simples que este seja), o que fazer quando s√£o acrescentados elementos de deturpa√ß√£o, corrup√ß√£o e aviltamento como os que testemunhamos por a√≠?

√Č impressionante o que se faz por uma ‚Äúcurtida‚ÄĚ no facebook. Fala-se de tudo, de todos. Explora-se menino morto na praia, exagera-se nas tintas contra o partido pol√≠tico, enaltece-se as pr√≥prias (e pretensas) virtudes intelectuais, art√≠sticas, etc. Se dizer sem mentir ou falsear j√° √© dif√≠cil, comunicar desde a superf√≠cie ou desde o n√≥ de v√≠boras torna a mensagem quase imposs√≠vel. Falar, falar, falar ‚Äď ainda que citando grandes poetas, educadores e fil√≥sofos ‚Äď tem a sina de apequenar as realidades: quanto mais graves ela s√£o, menores elas ficam ap√≥s tanta explora√ß√£o. √Č como escreveu Ortega y Gasset: nada que chega √† superf√≠cie pode manter a profundidade.

Se voc√™ fala muito de uma coisa, √© prov√°vel que voc√™ n√£o sinta mais o verdadeiro peso dela. √Č como o sujeito que repete tantas vezes o mesmo pecado que, passado um tempo, n√£o se sente mais um errante por aquilo.

O esforço por dizer as profundas e imortais verdades da vida é quase doloroso. Por vezes, vergonhoso. Porque ninguém que tenha experimentado radicalmente algum mistério terá a ansiedade de contá-lo aos quatro ventos, espalhando leis metafísicas como quem repassa fofoca no recreio.

Eu sou professor e fico quase sempre sobre essa tens√£o ‚Äď t√≠pica do aquariano, inclusive: quero descer √†s profundezas do meu ser e de l√° emergir com realidades que sei belas, boas e verdadeiras. Mas ao subir sei que me perco; em parte deixo suas subst√Ęncias para tr√°s. O pouco que consigo sustentar at√© a superf√≠cie √© o que entrego em minhas aulas e livros. E meu temor √© que tudo seja recebido com prosa√≠smo. Com a gravidade de uma curtida.

POSTADO POR:
http://avidahumana.com.br/conteudo/falar-falar-falar/

O QUE √Č COACHING HOL√ćSTICO?

Coaching Hol√≠stico √© um processo de desenvolvimento que permite a evolu√ß√£o integral do ser humano…
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Coaching Hol√≠stico √© uma abordagem voltada ao entendimento integral de todas as dimens√Ķes do ser humano. Hol√≠stico √© uma palavra que deriva do termo grego, holos, que por sua vez representa ‚Äúinteiro‚ÄĚ ou ‚Äútodo‚ÄĚ. Atualmente, onde o mundo parece que exige que nos dividamos em mil pessoas o tempo inteiro, esta abordagem prop√Ķe exatamente o contr√°rio ‚Äď a cura por inteiro, n√£o mais em partes.

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O que √© M√©todo Grabovoi? Como se beneficiar?

Fórmula da FELICIDADE

O que é o Método Grabovoi?

O que s√£o estes n√ļmeros de Grabovoi?
Grigori Grabovoi escreveu diversos livros em v√°rios idiomas, difundindo seu m√©todo e seu pensamento. A ideia principal √© que todas as pessoas no mundo sejam beneficiadas pelo bem e que o planeta Terra seja um lindo lugar para vivermos. Ele chama de ‚ÄúSalva√ß√£o Global e Desenvolvimento Harm√īnico‚ÄĚ, com o conceito de ‚Äúo que desejo para mim, desejo para todos‚ÄĚ.
Uma das formas mais diretas de entrar em contato com seu m√©todo √© atrav√©s das milhares de concentra√ß√Ķes num√©ricas, que ele, atrav√©s de sua mediunidade, nos forneceu. S√£o sequ√™ncias com 1, 7, 16, at√© 25 algarismos num√©ricos (alguns com letras), com ou sem espa√ßos entre si, cuja fun√ß√£o √© determinada individualmente. Desde quest√Ķes de sa√ļde at√© quest√Ķes profissionais, da natureza (fauna e flora) e alimentos e tantas outras nos foram fornecidas! Aqui voc√™ vai ver muitas delas, vou postar aos poucos ‚Äď s√£o muitas, como disse. Mas Grabovoi diz que quanto mais algarismos numa sequ√™ncia, mais espec√≠fica √© a fun√ß√£o dela.
Ele explica que o significado vibrat√≥rio de cada n√ļmero est√° relacionado a um estado espiritual ou um processo:
1 = princípio / início
2 = ação
3 = resultado / meta / cruzamento da lógica do Criador com a lógica humana
4 = correlação com o mundo externo / comunicação / contato sociais / realidade
5 = correlação com o mundo interno / amor próprio / nível celular / consciência do valor próprio
6 = sistema informativo óptico / princípios / bases / valores
7 = plataforma para os aspectos do desenvolvimento da alma / amor
8 ‚Äď estrutura√ß√£o espa√ßo-temporal / sa√≠da para o infinito
9 = conex√£o com o Criador / n√ļmero do Criador que cont√©m todos os elementos anteriores
0 = passagem / per√≠odo transit√≥rio / denomina√ß√£o de um espa√ßo espec√≠fico no qual a qualidade de um n√ļmero muda (√°rea/espa√ßo zero)
Sendo assim, a maneira como uma sequência numérica deve ser lida seria, por exemplo: a sequência para SOBREPESO (Obesidade) 4812412:
4 = correlação com o mundo externo que causa uma nova qualidade de tempo
8 = o tempo do infinito transforma a realidade
1 = aquilo que foi transformado será um novo início
2 = partindo do início será gerada uma nova ação
4 = é gerada uma nova correlação com o mundo externo
1 = novo início por causa de novos relacionamentos com o mundo externo
2 = a partir desse estado novo seguem outras atividades
Resultado: O corpo come√ßa a agir de forma diferente, e se transforma no sentido da volta para a Norma*, assim o sobrepeso desaparece, aos poucos. Mas n√£o se preocupe em decorar isso. Esta informa√ß√£o √© para voc√™ entender melhor o conceito do uso dos n√ļmeros: h√° uma certa l√≥gica, entende?
Leia o ano em que estamos vivendo. Algarismo por algarismo. Faz sentido, não? Ou leia o ano que você nasceu. O dia, o mês. Apenas desconsidere o zero nos dias de 1 a 9 e nos meses de 1 a 9. Caso tenha nascido em abril, como eu, por exemplo, abril seria lido como 4, não como 04. Mas no ano você tem que ler. Nos dias e meses desconsidere os zeros antes dos outros algarismos, como 01, 09. Meses: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10; dias: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8,9, 10, 20, 30; já nos anos, mesmo 2001, valem estes zeros.
*Norma: você verá esta palavra muitas, muitas vezes relacionadas ao trabalho de Grabovoi. NORMA é a perfeição divina, como Deus nos concebeu. Quando falamos na Norma falamos no estado em que tudo era perfeito, antes do desequilíbrio (doença, desajuste).
Como fazer, ou o que fazer com estes n√ļmeros?
Olhe para uma sequ√™ncia num√©rica de Grabovoi escolhida. Concentre-se nela. Grigori Grabovoi diz que cada sequ√™ncia funciona como uma refer√™ncia geogr√°fica dentro do nosso c√©rebro, como um GPS. Ao olharmos para uma sequ√™ncia, nossos olhos captam esta informa√ß√£o que chega instantaneamente no c√©rebro, que localiza e encaixa a informa√ß√£o ‚Äď NORMA. Se forem v√°rias sequ√™ncias, concentre-se em uma de cada vez.
Você pode também escrever (de próprio punho) em uma folha de papel, algumas vezes.
Use sua criatividade. Na realidade n√£o √© bom tornar este processo uma coisa mec√Ęnica. Ao utilizar uma das formas aqui apresentadas, mesmo que goste mais de uma do que de outras, mude. Ao fazer mecanicamente, voc√™ para de mandar a informa√ß√£o ao c√©rebro. Vira apenas um ‚Äúritual‚ÄĚ vazio.
Voc√™ pode recitar os n√ļmeros ou cantar a sequ√™ncia, mas um algarismo de cada vez. Por exemplo: 71931 n√£o pode ser lido setenta e um, novecentos e trinta e um. O correto √© sete, um, nove, tr√™s, um. Eu uso muito esta sequ√™ncia. Ela ajuda a afastar tudo o que √© negativo, desde uma energia ruim at√© um envenenamento!
Algumas sequências tem espaços entre algarismos, como por exemplo da
VELHICE: 519 317 849 317
que lemos cinco, um, nove‚Ķ‚Ķ tr√™s, um, sete‚Ķ‚Ķ oito, quatro, nove‚Ķ‚Ķ tr√™s, um, sete (as retic√™ncias ou espa√ßos s√£o o tempo de um algarismo n√£o dito ou de uma breve respira√ß√£o). Ah, o n√ļmero 6 lemos seis, n√£o meia d√ļzia ou meia.
Bem, imagine a sequência numérica saindo de um raio de luz e brilhando…
Imagine os n√ļmeros na sua cor predileta ou na cor que vier √† sua mente. Sinta qual cor √© ideal. N√£o se prenda a conceitos tipo branco √© isso, lil√°s √© aquilo. Esque√ßa estes conceitos.
Imagine a sequência numérica tocando sua cabeça como uma chuva energizante! Se quiser imaginar uma luz branco-prateada, é muito bom.
Lembra daquele comercial de tev√™ onde os n√ļmeros eram pessoas fantasiadas? Tamb√©m √© bom‚Ķ Ou imagine os n√ļmeros maiores que voc√™, e voc√™ dan√ßa com eles, ou passa por entre eles, ou ri alegremente com eles, numa brincadeira de roda‚Ķ
Jogue na busca de imagens do Google ‚Äún√ļmeros animados‚ÄĚ, voc√™ vai ver muitas ideias!
Olhe para o céu e escreva a sequência com o dedo, como se estivesse escrevendo sobre uma nuvem… Quando você se concentra numa parte distante da consciência, o resultado é mais rápido. Por exemplo, nuvens, lua, sol, outros planetas, no infinito… Mas faça como quiser.
Escreva em um peda√ßo de papel e coloque embaixo de um copo com √°gua por alguns minutos, imaginando que quando voc√™ tomar essa √°gua estar√° tomando a sequ√™ncia. Escreva numa fita crepe e cole numa garrafa d‚Äô√°gua que s√≥ voc√™ beba. Ao acabar a √°gua, basta encher novamente. Isso funciona maravilhosamente para quest√Ķes de sa√ļde. Escrever num papel e colocar embaixo do prato ao comer. Colocar embaixo do colch√£o. Na cabeceira da cama. Espalhar por onde voc√™ vive! Escrito num Post-It colado no computador.
Escrever num Micropore ou esparadrapo e colar no corpo. Você pode tomar banho que ele não sai, só sai se esfregar. Dura vários dias colado no corpo. Escreva com caneta esferográfica azul ou preta, dura mais tempo (a vermelha desbota muito rápido).
M√ČTODO GRABOVOI ‚Äď Por Cristina Maruju Jan/2016